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Minha primeira vez com um homem de verdade

Filho único e de educação rígida de um pai militar e machista e minha mãe professora e religiosa, tive uma infância só  de estudos e poucos amigos.

Eu me sentia diferente dos outros garotos. Meu interesse pelas meninas do colégio era apenas de amizade e eu adora ouvi-las falando das sacanagens q faziam com os garotos mais velhos, por quem eu também  sentia um estranho desejo.

Adorava ve-Los  jogando futebol e ficava admirando aqueles corpos suados e o volume sob seus shorts. Sempre depois do jogo eu ia até  o vestiário e muito discretamente me deliciava ao ver suas picas enquanto tomavam banho.
À noite,na solidão  do meu quarto, excitado, me masturbava, enfiando o dedo no cuzinho, pensando naquelas picas lindas.
Tendo q reprimir aqueles desejos  escusos, me sentia deprimido, com medo de me expor e magoar meus pais.
Até  q nas férias de Julho, fui passar um fim de semana no sítio do meu avô materno, q estava adoentado. Era a primeira vez q dormia fora de casa e ficava sem os olhares protetores e vigilantes dos meus pais, q só viriam me apanhar domingo a noite.
Em meio à tanto Verde e a natureza eu me sentia feliz e com enorme sensação  de liberdade. No sábado bem cedo, depois do café, sai pra dar uma volta pelo sítio e encontrei o Januário, caseiro do sítio, capinando no bananal. Fazia três anos q ñ  o via e ele logo largou a enxada e veio sorridente me cumprimentar.-
Januário era um 40tão mulato alto e magro, típico matuto, criado no trabalho pesado. Pé  no chão, mãos  calejadas e pele queimada pelo sol. Sentamos numa pedra e começamos  a conversar, ele me olhava com interesse; dizendo q eu estava lindo e recordou a última vez q demos uma volta de cavalo, comigo na garupa.
— mas tarde quero q vc me leve na Cachoeira!
— ta bom, depois da capina vou encilhar a égua
Logo voltou ao trabalho e eu fiquei ali sentado e me excitei, admirando seu corpo suado, e o enorme volume sob seu short surrado.
Parecendo perceber, minha admiração, de vez em quando ele me sorria, com cara de safado.
Logo após o almoço ele chegou montado na égua, montei na garupa e saimos trotando .
Seu corpo suado exala um forte cheiro gostoso. Fingindo ter mas medo do q na verdade eu sentia, enlacei sua cintura e quase sem querer, encostei de leve a mão  sobre seu cacete. Fingindo indiferença, ele ia me falando do sítio, enquanto eu sentia seu pau pulsando dentro do short.
Com o coração  aos pulo, me encorajei e mexi os dedos sentindo toda extensão do cabeçote.
Quando a égua  começou  a subir o Morro mais ingrime, januario sugeriu q eu passasse pra frente,pois era mas seguro.
Com seus fortes braços, me colocou a sua frente, praticamente sentado em seu colo.
O animal subia lentamente e com o balanço,sentia o picão latejar no meu reguinho. JÁ não  havia como disfarçar o q eu estava sentindo e descaradamente me debrucei abraçando o pescoço da égua deixando a bundinha bem empinada sobre o cacetão .
Januário então deslizou a mão dentro do meu short e bolinando a portinha do meu cuzin e murmurou:
—porra mulek…ce ta me deixando loco!
Gemi, ao senti o grosso dedo entrar no meu cu e dei uma reboladinha pra provocar. Logo o safado colocou’ a pica pra fora e rosou o cabeção quente em meu rabinho, aos poucos foi colocando a cabeça para dentro, senti meu cuzinho se abrir todo a medida que o safado empurrava, assim que a cabeça entrou ele ele começou um vai e vem gostoso deixando so aquele cabeção entrar e sair em pouco tempo inundou meu cuzinho com sua porra quente e farta.

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