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Fui arrombado por um coroa ceguinho – conto real gay


Com 13 anos eu ja não era nada inocente e já queimava a rosquinha com um colega de escola. Paulinho era um ano mais velho e nossas brincadeiras eram sempre na casa dele, onde eu sempre ia fazer tarefas da escola. Na verdade o q menos fazíamos era estudar, pois ali trancados no quarto ficávamos assistindo video porno, enquanto Paulinho socava seu pinto comprido e fino no meu cuzinho até gozar. Paulinho ñ Tinha pai, morava com a mãe, q trabalhava,e o avô q era cego. Seu Ataíde era um 50tão grisalho e barrigudo, tinha tido glaucoma a dez anos.
Certa vez, mesmo com o avô na sala,Paulinho pós o pau pra fora e fez sinal pra eu sentar em cima. Desci o shot e apontando seu pau no meu buraquinho salivado, sentei rebolando. Me deu muito tesão fazer aquilo na frente do coroa, q parecia indiferente a tudo.
Logo Paulinho gozou e saímos da sala,rindo da nossa safadeza.
Foi num sábado à tarde q fui de byke na casa dele e fui atendido por seu Ataíde,q me mandou entrar dizendo q Paulinho tinha ido ao shoping com a mãe, mas ñ iriam demorar. O coroa estava de shot e sem camisa, sentou ao meu lado no sofá e alizando meu rosto ,disse:
—vc é um garoto lindo e bem safadinho, do jeito q eu gosto!.
Olhei e vi seu pau duro, fazendo enorme volume sob o fino tecido, e o sacão estava à mostra.
—q isso seu Ataíde, sou um garoto bem comportado!.
Ele então, apertou meu mamilo, pegou minha mão e colocando sobre seu cacete, disse:
—sou cego mas ñ sou surdo, sei muito bem do q vc gosta!.
—nossa, seu Ataíde—exclamei ja tirando o pauzão pra fora do short—q pirocona grossa!.
—faz o q quizer com ela,ñ tô vendo nada!
Ele sorria com cara de safado, então me debrucei e caí de boca no cabeção melado. Seu pau pentelhudo, cheirava a mijo e sebo. Enquanto eu mamava ele metia o dedo no meu cuzinho.
Depois de uns dez minutos, o coroa se levantou, me puxou e me deu um beijo na boca ( foi o meu primeiro beijo), me virando de costas esfregou a pica na minha bundinha, meteu a língua no meu ouvido e disse:
—Faz uma caridade pro ceguinho, deixa eu comer seu cuzinho!
Todo arrepiado, subi de joelhos no sofá e me debruçando sobre o encosto, empinei bem a bunda. Ele então abriu minhas nadegas e caiu de língua no meu cuzinho.
Não imaginava q linguada no cu era tão gostoso, suspirei de prazer, revirando os olhos e rebolando a bunda. —aahhh…iissssss, gostoso!
—tu gosta né safadinho?…tá na hora de vc entrar na pica de verdade!
—devagar seu Ataíde, seu pau é Muito grosso!
Logo ele trocou a língua pela pica. Pincelou o cabeção na minha rosquinha melada e empurrou.
O pau resvalou, peguei com a mão, apontei de volta e fazendo força Como se fosse cagar, pedi.
—vai…mete agora!
Desta vez à chapeleta entrou rompendo minhas pregas.
—Iliiisssssss….aaiiij meu cuuu!
Hhuummmmm…delícia de cuzin apertado…guenta pica viadinho!
A pressão era enorme e o coroa ñ parava de socar. Logo seu sacão estalava na minha bunda e a cabeça da rola,socava meu estômago. Senti enorme vontade de cagar.
—aaiii seu Ataíde…tira um pouco…quero ir no banheiro!
—calma ai mulek…guenta mais um pouquinho…já vou gozar!
Guentei o quanto pude, já sentia cheiro de merda quando ele cravou fundo e jogou o corpo sobre o meu, urrando:—toma leite viadinho…tô gozaaannddooooo!!!
Enquanto esvaziada o saco,o velho arfava beijando minha nuca.
Oohhh…cuzin gostoso!
Segundos depois ele tirou a pica e aos peidos corri pro banheiro. Mal deu tempo de sentar no vaso,onde fiquei mas de dez minutos expelindo merda, porra e sangue.
A partir daquele dia, eu só ia na casa do Paulinho quando o avô dele me ligava.
Vem logo, tô sozinho em casa!
Rapidinho pegava minha byke e ia fazer caridade pro ceguinho.

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